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Início / Blog / Serviços Financeiros / Como gerar boleto sem erro: o passo a passo da emissão à automação
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Como gerar boleto sem erro: o passo a passo da emissão à automação

Gerar boleto é o processo de emitir um título de cobrança por uma instituição habilitada. Entenda o passo a passo, os campos obrigatórios e como automatizar a emissão.

Alberto Teixeira

Alberto Teixeira

13/04/2023
16/07/2026
Como gerar boleto sem erro: o passo a passo da emissão à automação
  • Como gerar boleto: o passo a passo
  • Gerar boleto pelo banco ou por sistema: qual compensa mais
  • Boleto avulso, recorrente e em volume
  • Como automatizar a emissão de boletos

ÍNDICE

  • Como gerar boleto: o passo a passo
  • Gerar boleto pelo banco ou por sistema: qual compensa mais
  • Boleto avulso, recorrente e em volume
  • Como automatizar a emissão de boletos

Gerar boleto é uma dúvida comum entre empresas que precisam cobrar clientes de forma prática e segura. Atualmente, a emissão de boletos pode ser feita de maneira totalmente digital, por bancos ou instituições de pagamento autorizadas. Além disso, sistemas especializados vêm sendo utilizados para automatizar todo o processo.

Neste artigo, você vai entender como gerar um boleto passo a passo, quais informações são obrigatórias, quando vale a pena utilizar um sistema de cobrança e como automatizar a emissão para reduzir erros, economizar tempo e tornar a gestão financeira mais eficiente.

Como gerar boleto: o passo a passo

Gerar um boleto consiste em emitir um documento de cobrança por meio de uma instituição financeira ou de pagamento autorizada. Para isso, é necessário informar os dados do pagador, o valor da cobrança, a data de vencimento e outras informações obrigatórias. Após a emissão, o boleto pode ser enviado ao cliente para pagamento em bancos, aplicativos, lotéricas ou canais digitais.

O processo pode ser resumido nos seguintes passos:

  1. Escolha uma instituição habilitada para emitir o boleto, como um banco ou uma instituição de pagamento autorizada

  2. Acesse a área de cobrança da plataforma ou sistema utilizado para a emissão

  3. Preencha os dados do boleto, incluindo informações do pagador, valor, vencimento e descrição da cobrança

  4. Configure regras de cobrança, como juros, multa e desconto

  5. Gere o boleto, garantindo que ele possa ser reconhecido pelo sistema bancário

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  6. Envie o boleto ao cliente pelos canais mais adequados, como e-mail, WhatsApp ou outros meios digitais

  7. Acompanhe o pagamento e faça a conciliação, verificando a liquidação para manter o controle financeiro atualizado

Campos obrigatórios: como deve ser um boleto?

Para que um boleto seja emitido corretamente, ele deve conter informações que identificam a cobrança. Os principais campos são os seguintes.

  • Beneficiário/cedente: pessoa ou empresa que receberá o pagamento.
  • Pagador/sacado: pessoa física ou jurídica responsável por efetuar o pagamento do boleto.
  • Valor da cobrança: quantia que deverá ser paga.
  • Data de vencimento: prazo limite para o pagamento.
  • Nosso Número: código que identifica o boleto e facilita seu controle pela instituição emissora.
  • Linha digitável: representação numérica do código de barras utilizada para realizar o pagamento em aplicativos, internet banking e outros canais.
  • Código de barras: representação gráfica das informações do boleto, utilizada para leitura e processamento da cobrança.

O preenchimento correto desses campos garante a validade do boleto e contribui para uma cobrança segura e eficiente, reduzindo erros no processamento dos pagamentos.

Gerar boleto pelo banco ou por sistema: qual compensa mais

Na hora de emitir boletos, muitas empresas ficam em dúvida entre utilizar a plataforma de um banco ou investir em um sistema de gestão de cobranças. A melhor opção depende do volume de emissões, da necessidade de automação e do nível de controle desejado sobre o processo.

De forma geral, a emissão pelo banco atende bem empresas com baixo volume de cobranças. Já para operações que geram boletos com frequência, um sistema especializado oferece mais agilidade e recursos para reduzir erros e facilitar a gestão financeira.

Veja uma comparação objetiva dos diferentes tipos de emissão baseada em 5 critérios básicos:

CritérioEmissão pelo bancoEmissão por sistema especializado
Tempo de emissãoProcesso manual e individual, o que pode tornar mais lento.Emissão rápida, com possibilidade de geração em lote.
Custo operacionalAdequado para poucas cobranças, mas pode gerar mais trabalho conforme o volume aumenta.Maior eficiência operacional, reduzindo tempo e custos em operações recorrentes.
EscalabilidadeIndicado para baixo volume de boletos.Ideal para empresas que emitem boletos recorrentes ou em grande quantidade.
Controle e conciliaçãoAcompanhamento mais manual, muitas vezes exigindo consultas frequentes ao banco.Centraliza a emissão, o acompanhamento dos pagamentos e a conciliação financeira em um único ambiente.
Risco de errosMaior possibilidade de falhas por preenchimento manual e retrabalho.Automatiza processos e reduz inconsistências na emissão e no controle das cobranças.

Para empresas que precisam emitir boletos regularmente, contar com um sistema especializado pode representar um ganho significativo em produtividade e segurança. Além de simplificar a emissão, essas plataformas automatizam etapas da cobrança, facilitam a conciliação financeira e oferecem uma gestão mais eficiente de todo o ciclo de recebimentos.

Boleto avulso, recorrente e em volume

A forma de emitir um boleto pode variar de acordo com a frequência e o volume das cobranças. Enquanto algumas empresas precisam gerar boletos ocasionalmente, outras lidam com cobranças recorrentes ou com muitos clientes todos os meses. Assim, entender essas diferenças ajuda a escolher o processo mais eficiente para cada operação.

  • Boleto avulso: indicado para cobranças pontuais, sem periodicidade definida. É comum em vendas ocasionais ou serviços prestados de forma ocasional.
  • Boleto recorrente: utilizado quando há cobranças periódicas, como mensalidades, assinaturas, aluguéis ou taxas condominiais. Nesse modelo, os boletos são emitidos regularmente para os mesmos pagadores.
  • Emissão em volume: ideal para empresas que precisam gerar dezenas, centenas ou até milhares de boletos de uma só vez. Esse formato é comum em administradoras, instituições de ensino, empresas de serviços e operações que gerenciam muitos contratos ou unidades.

À medida que o número de cobranças aumenta, realizar a emissão manual deixa de ser uma alternativa eficiente. Em operações com muitos clientes ou unidades como condomínios, por exemplo, o risco de erros, retrabalho e atrasos com questões financeiras crescem significativamente. Por isso, automatizar a emissão de boletos torna o processo mais ágil, organizado e seguro, além de facilitar o controle e aumentar a produtividade.

Erros comuns na emissão e como evitá-los

Pequenos erros na emissão de boletos podem gerar atrasos nos recebimentos, retrabalho e dificuldades na gestão financeira. Confira os problemas mais comuns e saiba como evitá-los:

  • Dados divergentes do pagador: informações incorretas ou incompletas podem dificultar a identificação da cobrança e impedir a comunicação com o cliente, aumentando o risco de inadimplência.
  • Data de vencimento incorreta: definir um vencimento errado pode causar cobranças indevidas, atrasos no pagamento e a necessidade de emitir um novo boleto.
  • Ausência de regras de juros e multa: deixar de configurar encargos para pagamentos em atraso pode comprometer a política de cobrança da empresa e gerar prejuízos.
  • Falhas na conciliação financeira: quando o acompanhamento dos pagamentos é feito manualmente, aumentam as chances de divergências entre os valores recebidos e os registros da empresa, resultando em atrasos de contas a receber.
  • Boleto não registrado: boletos emitidos sem o devido registro junto à instituição financeira podem não ser processados corretamente, impedindo o pagamento e exigindo a emissão de um novo documento.

Adotar processos padronizados, utilizar sistemas que automatizam a emissão, o registro e a conciliação dos boletos ajuda a reduzir essas falhas, tornando a cobrança mais segura e eficiente.

Como automatizar a emissão de boletos

À medida que o volume de cobranças aumenta, a emissão manual de boletos tende a elevar o risco de erros e reduzir a produtividade. Porém, ao automatizar esse processo, é possível emitir e registrar boletos com mais rapidez, acompanhar os pagamentos em tempo real e centralizar toda a gestão das cobranças em uma única plataforma.

Na prática, a Marchiori & Simões Gestão Condominial, por exemplo, substituiu planilhas e lançamentos manuais por soluções integradas da Group. Segundo o diretor Normando Simões, atividades que antes levavam cerca de uma hora passaram a ser realizadas em apenas alguns minutos, proporcionando mais agilidade e produtividade para a equipe.

Outro exemplo é a Atitude Condominial, que modernizou sua operação ao adotar uma plataforma em nuvem e automatizar seus processos financeiros. Com o Partner, a administradora reduziu custos com emissão de boletos, ganhou previsibilidade no fluxo de caixa e tornou a rotina de cobranças mais eficiente, contribuindo para o crescimento efetivo da empresa.

Para administradoras de condomínios e empresas que realizam cobranças recorrentes, automatizar a emissão de boletos significa mais eficiência operacional, menos retrabalho e um maior controle financeiro. Com o Partner, da Group Serviços Financeiros, você centraliza a emissão e a gestão das cobranças em uma única plataforma, simplificando o dia a dia da equipe e oferecendo uma experiência mais segura para seus clientes.

Perguntas frequentes sobre emissão de boletos

Como faço para gerar um boleto para pagamento?
Para gerar um boleto, basta utilizar um banco, uma instituição de pagamento autorizada ou um sistema especializado. Após informar os dados do beneficiário, do pagador, o valor e a data de vencimento, o boleto é emitido e pode ser enviado ao cliente para pagamento.

Quais informações são obrigatórias em um boleto?
Um boleto deve conter os dados do beneficiário (cedente), do pagador (sacado), o valor da cobrança, a data de vencimento, o Nosso Número, a linha digitável e o código de barras. Essas informações garantem que o pagamento seja processado corretamente.

Vale a pena automatizar a emissão de boletos?
Sim. A automação reduz tarefas manuais, diminui o risco de erros e facilita o controle das cobranças. Para empresas que realizam emissões recorrentes ou em grande volume, soluções como o Partner, da Group Serviços Financeiros, ajudam a otimizar a gestão financeira e a conciliação dos pagamentos.

Quer tornar a emissão de boletos mais simples e segura? Conheça as soluções financeiras da Group e descubra como o Partner pode transformar sua rotina de cobranças.

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    Como gerar boleto sem erro: o passo a passo da emissão à automaçãoAlberto Teixeira

    Alberto Teixeira

    Com mais de 15 anos de experiência em produtos financeiros e crédito, Alberto Teixeira atuou como gestor no Itaú Unibanco e Diretor de Negócios e Estratégia na Unicred. Certificado CPA-20 pela ANBIMA e membro do Instituto Brasileiro Executivos de Finanças (IBEF), hoje é Diretor de Serviços Financeiros e Negócios na Group Software, onde lidera a vertical financeira do ecossistema de gestão de propriedades. No blog da Group, assina conteúdos sobre serviços financeiros.


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