Entender como a Group Software está se preparando para a Reforma Tributária ajuda administradoras a entenderem as mudanças tecnológicas necessárias. Afinal, as novas exigências fiscais também afetam sistemas, cadastros e processos financeiros.
Para a rotina de gestão condominial, a adaptação envolve mais do que acompanhar alterações na legislação. É necessário organizar informações, revisar procedimentos e contar com ferramentas preparadas para novas obrigações.
Nesse cenário, a Group Software já trabalha em quatro frentes de desenvolvimento para adequar suas soluções. As iniciativas contemplam emissão de documentos fiscais, cálculo de tributos, atualização cadastral e classificação de receitas.
Além das adaptações tecnológicas, a Group acompanha as definições dos órgãos reguladores e prepara materiais de orientação. Neste artigo, você conhecerá as iniciativas da empresa e verá quais medidas pode adotar para preparar sua operação.
Como a Group Software está se preparando para a Reforma Tributária nos sistemas de gestão condominial
Para acompanhar as mudanças da Reforma Tributária, a Group Software está adaptando o Group Condomínios e o Condomínio21. As atualizações buscam preparar as soluções para atender às novas exigências fiscais.
Esse trabalho do nosso Time de Produto considera mudanças que afetam diretamente a gestão condominial, especialmente a emissão de documentos fiscais, os cálculos tributários e as informações cadastrais.
Estamos acompanhando de perto as definições dos órgãos reguladores e priorizando funcionalidades necessárias ao atendimento das novas obrigações. Assim, o desenvolvimento considera tanto as exigências já estabelecidas quanto as especificações que ainda dependem de validação.
A preparação também considera a realidade das administradoras. Afinal, uma mudança fiscal pode exigir ajustes em diferentes etapas da operação, desde o cadastro até a organização financeira.
Por isso, a adaptação tecnológica vai além da inclusão de novos campos. Os sistemas precisam oferecer recursos que facilitem a configuração fiscal e o acompanhamento das obrigações aplicáveis.
Quais são as quatro adequações fiscais em desenvolvimento pela Group?
A Group Software está trabalhando em quatro frentes principais: emissão de documentos fiscais, cálculo de tributos, atualização cadastral e classificação das receitas. Cada iniciativa atende a uma necessidade específica da gestão condominial.
Entenda o objetivo de cada adequação e como ela se relaciona com a rotina das administradoras:
Emissão de documentos fiscais das arrecadações condominiais
A primeira frente contempla funcionalidades para emissão de documentos fiscais relacionados às receitas condominiais. O objetivo é adequar os sistemas às exigências estabelecidas pela legislação e pelos órgãos responsáveis.
Essa mudança exige atenção aos processos de arrecadação e registro financeiro. Afinal, as informações das cobranças precisam estar organizadas para permitir a emissão adequada dos documentos.
Na prática, a administradora precisa acompanhar como essas informações serão registradas e utilizadas. A integração desse processo ao sistema pode reduzir a necessidade de controles paralelos e facilitar a conferência dos registros financeiros.
Cálculo dos novos tributos IBS e CBS
A segunda frente envolve a adaptação dos sistemas para contemplar o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). O desenvolvimento considera configurações fiscais e regras de cálculo aplicáveis às receitas condominiais.
Um ponto importante é o enquadramento tributário de cada condomínio. As configurações precisam respeitar as características fiscais correspondentes, evitando aplicar regras indiscriminadamente.
Por isso, a preparação envolve mais do que incluir novos tributos no sistema. É necessário permitir configurações compatíveis com as informações fiscais de cada operação.
Com essas configurações, as administradoras poderão consultar informações tributárias mais consistentes e utilizá-las no acompanhamento das receitas condominiais.
Atualização dos cadastros dos condomínios e unidades
A terceira frente contempla as adequações nos cadastros de condomínios e unidades. O objetivo é atender às novas exigências fiscais relacionadas à identificação dos imóveis.
Nesse contexto, o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) ganha relevância. Ele está relacionado à identificação dos imóveis e integra o conjunto de informações consideradas nas adequações cadastrais.
Para as administradoras, isso reforça a importância de manter atualizados os dados dos condomínios e das unidades. Cadastros incompletos podem dificultar a identificação dos imóveis e a configuração de informações fiscais.
Configurações tributárias e classificação das receitas
A quarta frente prevê recursos para configurar as informações fiscais dos condomínios e identificar receitas conforme seu enquadramento tributário. A proposta é permitir que as administradoras organizem essas informações diretamente nos sistemas.
Essa classificação tem importância prática porque diferentes receitas podem exigir tratamentos fiscais distintos. Portanto, identificar corretamente a origem dos valores ajuda a estruturar os registros financeiros.
Na rotina, isso significa observar como cada receita é cadastrada e classificada. A administradora precisa conhecer a natureza dos recebimentos e manter informações compatíveis com as orientações contábeis.
Com a classificação adequada, as administradoras terão melhores condições de identificar a origem dos recebimentos e consultar as informações fiscais correspondentes.
As adequações tecnológicas representam apenas uma parte da preparação. Para que os novos recursos sejam utilizados corretamente, as administradoras também precisam manter uma boa gestão financeira, com cadastros atualizados e informações financeiras consistentes.
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Por que as atualizações dependem da Receita Federal e dos órgãos reguladores?
A conclusão das atualizações exige especificações técnicas validadas e ambientes oficiais disponíveis para integração e homologação. Por isso, algumas etapas estão condicionadas aos recursos e às definições dos órgãos responsáveis.
A implementação da Reforma Tributária envolve atualizações, esclarecimentos e ajustes nas regras. Embora já existam especificações técnicas publicadas pela Receita Federal, outros parâmetros ainda precisam ser definidos pelos órgãos responsáveis.
Esse cenário exige acompanhamento constante por parte dos fornecedores de tecnologia. Afinal, desenvolver uma funcionalidade sem considerar o padrão oficial pode exigir retrabalho posteriormente.
O que já está em andamento?
As equipes da Group avançam nas funcionalidades que já contam com informações técnicas suficientes para o desenvolvimento. Novas especificações são incorporadas ao trabalho à medida que são disponibilizadas e validadas.
O que ainda depende dos órgãos responsáveis?
A integração e a homologação exigem ambientes oficiais disponíveis e estáveis. Sem essas condições, não é possível concluir os testes necessários para validar o funcionamento das funcionalidades.
Qual é o prazo previsto para as novas exigências?
O cronograma oficial estabelece 1º de dezembro de 2026 como marco relacionado à emissão de documentos fiscais das receitas condominiais.
A data exige atenção das administradoras, especialmente na preparação dos processos de arrecadação e registro. Entretanto, o desenvolvimento das funcionalidades precisa acompanhar as especificações e condições disponibilizadas pelos órgãos responsáveis.
Por isso, nosso time informará os clientes sobre a disponibilidade das novas versões após a conclusão do desenvolvimento e da homologação. Até lá, as equipes seguem acompanhando as definições necessárias para cada funcionalidade.
Como a Reforma Tributária afeta a rotina das administradoras?
A Reforma Tributária pode afetar o fluxo de caixa, o contas a pagar, os contratos e a elaboração do orçamento condominial. Essas consequências aparecem quando as novas exigências fiscais encontram os processos financeiros utilizados diariamente.
Para discutir esses impactos, a Group reuniu Gilcimar Conceição, contador com atuação na área condominial desde 1999, e Carla Ferreira, diretora de Produtos da empresa. A conversa abordou os efeitos da Reforma Tributária sob as perspectivas contábil e tecnológica.
A discussão destacou quatro perguntas para orientar a análise financeira:
- o que o condomínio recebe?
- o que o condomínio paga?
- quanto o condomínio paga aos fornecedores?
- quanto o morador paga?
Essas perguntas ajudam a identificar onde as mudanças podem afetar a operação.
Veja a live completa:
Mapeamento de fornecedores e contratos
O mapeamento de fornecedores permite identificar quem presta cada serviço, quais produtos fornece e quais documentos fiscais apresenta. Também ajuda a conhecer o regime tributário de cada empresa contratada.
Essa análise contribui para a preparação do contas a pagar. Além disso, permite identificar situações em que o documento recebido não corresponde a um documento fiscal.
Outro ponto envolve os contratos e a formação de preços. Um fornecedor pode propor reajustes alegando mudanças tributárias, mas a administradora precisa avaliar a composição desse aumento.
Antes de aceitar um reajuste, a administradora deve solicitar informações que permitam avaliar a justificativa apresentada. Entre os pontos de análise estão:
- qual era a carga efetiva do serviço?
- qual será o regime tributário do fornecedor?
- os créditos tributários foram considerados?
- o custo total realmente mudou?
- qual é a memória de cálculo do novo preço?
Esses critérios ajudam a evitar repasses automáticos sem justificativa. Afinal, uma mudança tributária não representa autorização automática para aumentar qualquer contrato.
Retenções e organização financeira
Outro ponto da discussão envolveu as retenções tributárias e os encargos sobre a folha de pagamento. Essas mudanças exigem atenção aos registros financeiros e às previsões orçamentárias.
Outro ponto discutido foi a separação das contas de receitas condominiais e outras receitas. Essa organização facilita a identificação dos valores e a análise dos respectivos impactos fiscais.
Além disso, o encontro apresentou o Split Payment, mecanismo que poderá alterar a dinâmica de pagamento e conciliação financeira. Sua implementação será gradual, conforme as definições oficiais.
Por isso, os sistemas financeiros precisarão acompanhar os novos fluxos de pagamento e baixa.
Impactos no orçamento e no rateio condominial
O orçamento condominial também merece atenção porque reúne despesas, contratos e previsões de arrecadação. Quando os custos dos fornecedores mudam, a administradora precisa avaliar os reflexos nas projeções financeiras.
Com as receitas devidamente identificadas, a administradora consegue avaliar quais valores exigem acompanhamento específico e como devem aparecer nos registros financeiros.
Consequentemente, o rateio condominial pode sofrer reflexos caso mudanças efetivas nos custos alterem as despesas previstas. Porém, não é adequado presumir aumentos automáticos das cotas.
A análise de contratos, preços e despesas permite fundamentar as decisões financeiras em dados concretos. Dessa forma, a administradora evita presumir aumentos nas cotas antes de identificar mudanças efetivas nos custos.
O que as administradoras devem fazer para preparar seus sistemas e processos?
As administradoras podem começar a preparação revisando cadastros, mapeando fornecedores e organizando receitas. Essas medidas ajudam a estruturar os processos antes da disponibilização de todas as funcionalidades.
Confira seis frentes de trabalho que podem ser iniciadas desde já:
- revise os cadastros dos condomínios e unidades:
- verifique se as informações cadastrais estão atualizadas;
- identifique dados relacionados à identificação dos imóveis;
- acompanhe as orientações sobre o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB).
- organize as receitas condominiais:
- identifique as cotas condominiais;
- separe outras receitas recebidas pelo condomínio;
- revise a classificação utilizada nos registros financeiros;
- converse com a contabilidade sobre o enquadramento tributário.
- mapeie os fornecedores:
- identifique todos os fornecedores ativos;
- registre quais produtos e serviços cada um fornece;
- verifique os documentos fiscais recebidos;
- identifique os respectivos regimes tributários;
- organize contratos e memórias de cálculo dos preços.
- revise os processos financeiros:
- avalie os procedimentos de contas a pagar;
- revise os registros de retenções tributárias;
- organize as informações utilizadas na previsão orçamentária;
- acompanhe possíveis mudanças na conciliação financeira.
- acompanhe as atualizações do software:
- consulte os comunicados oficiais da Group;
- acompanhe a disponibilização das novas versões;
- verifique as orientações de configuração;
- prepare a equipe financeira para utilizar os novos recursos.
- mantenha o acompanhamento contábil:
- consulte os profissionais responsáveis pela contabilidade;
- valide o enquadramento tributário de cada condomínio;
- confirme os procedimentos aplicáveis às diferentes receitas;
- evite alterar configurações fiscais sem orientação profissional.
A aplicação dessas medidas deve considerar as características de cada condomínio e as orientações dos profissionais responsáveis pela contabilidade.

Por que preparar os processos antes da atualização?
A organização antecipada reduz a dependência de ajustes emergenciais quando novas funcionalidades estiverem disponíveis. Além disso, permite identificar inconsistências cadastrais e documentais com antecedência.
Imagine uma administradora que gerencia diversos condomínios e utiliza planilhas paralelas para identificar receitas. Ao iniciar as configurações fiscais, a equipe pode ter dificuldade para localizar dados e conferir classificações.
Se os cadastros estiverem atualizados e as receitas devidamente identificadas, esse trabalho tende a ser mais organizado. A equipe poderá localizar as informações necessárias e realizar os ajustes com maior controle.
A qualidade dos dados influencia diretamente o aproveitamento dos recursos tecnológicos. Por isso, a revisão dos processos internos deve acompanhar a evolução das soluções fiscais.
Como a Group Software está se preparando para a Reforma Tributária: tecnologia e orientação para uma transição mais organizada
Além de explicar como a Group Software está se preparando para a Reforma Tributária, é importante apresentar as iniciativas de orientação aos clientes durante esse período de adaptação:
- materiais de apoio: conteúdos com orientações sobre configuração e utilização dos novos recursos;
- encontros de orientação: apresentações e demonstrações das funcionalidades disponibilizadas.
Os materiais e encontros devem ajudar as administradoras a compreender as mudanças e utilizar os recursos corretamente. Afinal, a adaptação também exige que as equipes conheçam as novas configurações e seus procedimentos.
Com orientações direcionadas, os profissionais podem esclarecer dúvidas e relacionar as configurações dos sistemas às necessidades de cada operação.
A experiência da Group como apoio à gestão condominial
Fundada em 1996, a Group acumula experiência no desenvolvimento de soluções tecnológicas para gestão. Sua atuação contempla diferentes necessidades administrativas e financeiras, com destaque para o mercado condominial.
Seu ecossistema reúne soluções como Group Condomínios, Group COM, Group Atendimento, Group Medições e Group Pay. As ferramentas integram diferentes necessidades da gestão e apoiam a organização das rotinas.
Na preparação para a Reforma Tributária, as equipes de desenvolvimento e Produtos trabalham nas adequações fiscais das soluções. Esse trabalho envolve validações técnicas e acompanhamento das definições dos órgãos reguladores.
A comunicação com os clientes também faz parte desse processo. As administradoras receberão informações sobre a disponibilidade das funcionalidades e as orientações necessárias para utilizá-las.
Para as administradoras, a adaptação exige uma atuação conjunta entre tecnologia, organização cadastral e acompanhamento contábil. Dessa forma, os ajustes alcançam tanto os sistemas quanto os processos internos.
Com essa abordagem, a tecnologia contribui para a eficiência operacional, a organização financeira e a segurança das informações. Esses fatores ajudam as administradoras a conduzir a adaptação com mais controle.
Conheça as soluções da Group para administradoras e descubra como a tecnologia pode simplificar a sua gestão, integrar processos e fortalecer o controle financeiro.
Perguntas frequentes sobre como a Group Software está se preparando para a Reforma Tributária
Veja as respostas para as principais dúvidas sobre como a Group Software está se preparando para a Reforma Tributária e o que as administradoras precisam fazer.
A Group comunicará a disponibilização das versões conforme o avanço do desenvolvimento e da homologação. Algumas etapas dependem de definições e recursos dos órgãos responsáveis.
As administradoras devem atualizar cadastros, mapear fornecedores, organizar receitas e revisar processos financeiros. Também precisam acompanhar as orientações contábeis sobre o enquadramento tributário.
IBS significa Imposto sobre Bens e Serviços, enquanto CBS significa Contribuição sobre Bens e Serviços. São os novos tributos contemplados nas adaptações fiscais dos sistemas da Group.
O CIB é uma referência de identificação dos imóveis. Sua inclusão exemplifica as adequações cadastrais consideradas na preparação dos sistemas.
A Group está planejando materiais de apoio e encontros de orientação. As iniciativas apresentarão as funcionalidades e demonstrarão sua utilização na rotina das administradoras.
Algumas funcionalidades dependem de especificações técnicas, integrações e ambientes oficiais. A Group incorpora as definições conforme sua disponibilização e validação pelos órgãos responsáveis.







