Investir em um sistema de câmeras de segurança para condomínios tem sido uma prática adotada por muitas administradoras, visando a aumentar a proteção dos condôminos e a preservação patrimonial.
Afinal, as câmeras para condomínio que funcionam em um sistema CFTV facilitam o monitoramento residencial, ajudam a coibir delitos e a manter moradores, funcionários e visitantes mais seguros.
Diante desse cenário, as administradoras de condomínios têm uma responsabilidade intrínseca sobre a gestão patrimonial e a mitigação de riscos. No entanto, elas enfrentam alguns desafios no que diz respeito à instalação de câmeras, como a escolha do equipamento ideal e a adequação à LGPD.
Pensando nisso, vamos explicar neste artigo tudo o que você precisa saber sobre a adoção de câmeras de segurança em condomínios. Acompanhe!
Boas práticas para um sistema de câmeras de segurança para condomínios
A segurança condominial é um assunto muito sério. Por isso, a seguir vamos apresentar algumas boas práticas para operar, organizar e manter um sistema de câmeras de segurança para condomínios.
Infraestrutura necessária para o sistema de câmeras no condomínio
Os requisitos estruturais para instalar um sistema de câmeras de segurança para condomínios eficiente incluem:
- cabeamento;
- rede Wi-Fi;
- iluminação adequada;
- posicionamento para eliminar pontos cegos;
- e estabilidade elétrica.
Lembre-se de que câmeras e sistemas eletrônicos são grandes aliados, mas precisam estar bem instalados. Evite a “segurança de fachada”, com equipamentos funcionando apenas na parte da frente da estrutura, deixando as laterais e fundos desprotegidos.
Se possível, opte pelo serviço de uma empresa especializada em segurança privada para realizar o monitoramento das câmeras de segurança. Essas empresas oferecem profissionais capacitados para aplicar medidas preventivas de segurança, complementando os investimentos em infraestrutura.

Manutenção, monitoramento e operação do sistema de câmeras
A inspeção e o monitoramento dos equipamentos também devem ser preocupações das administradoras. Eis algumas boas práticas:
- vistorie as estruturas diariamente. Caso os sistemas CFTV ou as câmeras externas apresentem defeito, a reposição deve ser imediata;
- elabore um calendário periódico para a manutenção preventiva do sistema de câmeras de segurança. Isso evita que o condomínio fique vulnerável caso equipamentos de reposição mais difícil apresentem defeitos;
- estabeleça rotinas de vistoria das gravações e de checagem de lâmpadas e sensores que afetam o vídeo.
Também é importante padronizar os processos para evitar falhas que deixem o condomínio vulnerável e afetem a segurança do local.
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Integração das câmeras com controle de acesso e portaria
O controle de visitantes em um condomínio precisa ser rigoroso. Exigir que amigos, familiares e prestadores de serviço se identifiquem na entrada é a estratégia mínima para evitar que pessoas mal-intencionadas entrem o prédio.
Registrar entradas e saídas também ajuda a manter o controle de quem circula nas dependências.
Contudo, uma das polêmicas envolvidas no controle de acesso é o receio de criar um ambiente exageradamente hostil, que pode constranger os visitantes. Porém, é possível adotar sistemas que automatizam o cadastro dos visitantes e, é claro, fazer uso das câmeras de segurança para auxiliar o porteiro.
As câmeras de segurança para condomínios oferecem um excelente suporte para a portaria, pois permitem a identificação visual, a captura automática de imagens, a integração com o cadastro, bem como a emissão de alertas.
Políticas internas e regras de acesso às imagens
Existem, ainda, políticas específicas de uso das câmeras que podem e devem ser adotadas pelas administradoras. São elas:
- definição de responsáveis pelo acesso;
- retenção de imagens;
- registro de incidentes;
- regras aprovadas em assembleia e registradas no regimento interno e na convenção do condomínio;
- cumprimento da LGPD.
Contudo, de nada adianta estabelecer uma política de segurança excelente se ela não tiver adesão dos moradores.
Assim como qualquer outro manual de conduta do condomínio, as regras de segurança deverão ser estabelecidas e votadas em assembleia. A participação da comunidade na elaboração da política ajuda a fazer com que ela seja obedecida na prática.
Como a tecnologia potencializa o sistema de câmeras no condomínio?
Como podemos perceber, são muitos os desafios envolvendo o uso de câmeras de segurança para condomínio, e as administradoras precisam estar atentas a eles.
No entanto, hoje contamos com tecnologia avançada para facilitar a gestão condominial e promover mais segurança no condomínio.
Os recursos tecnológicos disponíveis ampliam o desempenho do sistema de câmeras. Eles permitem, por exemplo, realizar a automação de processos, fazer a integração com o controle de acesso ao edifício, promover um monitoramento inteligente e trazer mais eficiência operacional.
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Perguntas frequentes sobre sistema de câmeras de segurança para condomínios
Após a leitura ainda restou alguma dúvida sobre sistema de câmeras de segurança para condomínios? Confira se ela não está respondida abaixo.
É permitido instalar câmeras em áreas comuns de condomínio, desde que haja aprovação em assembleia (com maioria simples dos presentes) e cumprimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
Os condôminos não têm acesso irrestrito às imagens das câmeras do condomínio. O acesso é restrito ao síndico e à equipe autorizada, exclusivamente para fins de segurança ou investigação de incidentes, para obedecer à LGPD.
Os principais tipos de câmeras de segurança para condomínios são as Bullet, Dome, PTZ/Speed Dome e Varifocais, todas preferencialmente IP ou HD para integração com um sistema CFTV moderno e com uso aprovado em assembleia.






