Pular para o conteúdo
Maior blog sobre Gestão de Propriedades | Group Software
Maior blog sobre Gestão de Propriedades | Group Software
  • Administração de condomínios
  • Shopping
  • Imobiliária
  • Gestão de pessoas
  • Gestão
  • Serviços Financeiros
  • Ebooks
  • Conheça nossas soluções
Início / Blog / Administração de condomínios / Inadimplência condominial: como administradoras podem reduzir riscos e recuperar débitos
Administração de condomínios

Inadimplência condominial: como administradoras podem reduzir riscos e recuperar débitos

A inadimplência condominial consiste no atraso ou não pagamento da taxa do condomínio, afetando o caixa, os serviços e o equilíbrio financeiro.

Avatar photo

Cristiane Rezende

18/12/2020
05/03/2026
Inadimplência condominial: como administradoras podem reduzir riscos e recuperar débitos
  • O que é inadimplência condominial?
  • O que diz a lei sobre inadimplência condominial?
  • Quais as principais causas da inadimplência?
  • Como funciona a cobrança de inadimplentes em condomínios?
  • Quais as consequências da inadimplência?
  • Estratégias para reduzir a inadimplência condominial
  • Em quanto tempo prescreve a dívida de condomínio?
  • Caminhos para uma gestão mais eficiente da inadimplência
  • Perguntas frequentes sobre inadimplência condominial

ÍNDICE

  • O que é inadimplência condominial?
  • O que diz a lei sobre inadimplência condominial?
  • Quais as principais causas da inadimplência?
  • Como funciona a cobrança de inadimplentes em condomínios?
  • Quais as consequências da inadimplência?
  • Estratégias para reduzir a inadimplência condominial
  • Em quanto tempo prescreve a dívida de condomínio?
  • Caminhos para uma gestão mais eficiente da inadimplência
  • Perguntas frequentes sobre inadimplência condominial

Qualquer administradora sabe o tamanho do desafio que a inadimplência condominial representa. Além de comprometer o fluxo de caixa e dificultar o cumprimento das obrigações financeiras, a falta de pagamento afeta a rotina da equipe da administradora. 

Nesse sentido, mais do que saber quem está devendo, é indispensável que  a administradora adote uma gestão estruturada de inadimplência. Afinal, isso traz benefícios tanto para a organização financeira da empresa e dos condomínios administrados quanto para a recuperação dos débitos.

Pensando nisso, neste conteúdo, apresentamos as causas mais comuns da inadimplência, os impactos para a operação da administradora e as principais estratégias para reduzir riscos, melhorar a previsibilidade financeira e evitar sobrecarga na equipe.

Boa leitura!

O que é inadimplência condominial?

A inadimplência acontece quando um condômino descumpre a sua obrigação financeira com o condomínio, ou seja, o pagamento da cota condominial.

Essa taxa é a principal fonte de receita para custear as despesas essenciais, como:

  • folha de pagamento;
  • contas de consumo;
  • manutenções;
  • contratos com fornecedores,
  • e serviços terceirizados. 

Desse modo, quando o pagamento não acontece, toda a operação do condomínio sofre os impactos. Além disso, a inadimplência pode acontecer por diferentes motivos, como esquecimento, problemas financeiros, imprevistos e, até mesmo, atraso no envio dos boletos.

Group Software: administradora de condomínio?

Por isso, além da organização das contas, é muito importante que os responsáveis pela gestão do condomínio tenham um entendimento global da inadimplência. 

Assim, podem entender as melhores abordagens e estratégias para combater esse problema e evitar que se torne uma situação recorrente.

Gestora analisa documentos sobre inadimplência condominial

Qual é a taxa média de inadimplência no Brasil?

No Brasil, a taxa média de inadimplência condominial costuma ficar entre 5% e 15%, segundo o Censo Condominial 2024/2025, mas em muitos cenários passa facilmente dos 20%, principalmente em condomínios com maior vulnerabilidade econômica ou em períodos de crise.

Além disso, vale destacar que dados do setor apontam que a inadimplência subiu para cerca de 17%, impulsionada pelo aumento das despesas condominiais e pela inflação que impacta o orçamento dos moradores. Vale reforçar também que o aumento foi geral, ou seja, todas as regiões registraram alta. 

O principal motivo é que os custos subiram fazendo com que o orçamento ficasse mais apertado, levando a mais atraso, mais pressão e mais necessidade de ajuste.

Em muitos condomínios, por exemplo, isso pode levar a um reajuste da taxa condominial, desde que aprovado em assembleia, como determinam a Lei do Condomínio (4.591/64), o Código Civil e a convenção.

Leia também:

  • Inadimplência em condomínios: estratégias para reduzir atrasos e proteger a saúde financeira
  • Como lidar com inadimplência condominial: guia para administradoras sobre negociação e cobrança
  • Dívida de condomínio: como lidar com a inadimplência e reduzir prejuízos na gestão
  • Como a dívida de condomínio pode levar à perda do imóvel
  • Como automatizar o controle de inadimplentes na administradora

O que diz a lei sobre inadimplência condominial?

Segundo a legislação brasileira a inadimplência condominial gera multa, juros e correção, conforme regras do Código Civil e da convenção. Isso porque o não pagamento das taxas afeta o funcionamento coletivo do condomínio. 

Nesse sentido, o principal instrumento legal que regulamenta essa questão é o  artigo 1.336, inciso I, do Código Civil, que estabelece como dever do condômino o pagamento das contribuições para as despesas do condomínio.

Além disso, o artigo 1.336, §1º, prevê que o condômino inadimplente está sujeito à multa de até 2%, correção monetária e juros moratórios previstos em convenção. Caso a convenção não seja clara sobre o assunto, quem define os juros é a Taxa Legal de Juros, prevista pela Lei 14.905/2024.

Como o CPC regula a cobrança de inadimplência condominial

A Lei nº 13.105/2015, que instituiu o novo Código de Processo Civil (CPC), também trouxe mudanças importantes ao facilitar a cobrança da dívida condominial.

A partir da sua vigência, a Justiça passou a considerar a dívida um título executivo extrajudicial, o que permite que o condomínio ingresse diretamente com uma ação de execução, desde que comprove a inadimplência por meio de documentos como boletos, atas e extratos.

Com isso, pode-se adotar medidas como bloqueio de valores ou penhora do imóvel com maior agilidade.

Lei 14.905/2024: a nova lei da inadimplência

Uma lei recente, a 14.905/2024 trouxe novas regras para a cobrança de dívidas condominiais, reforçando a proteção ao devedor, a garantia do mínimo existencial e limites para multas, juros e negociações. 

Na prática, ela muda a forma como administradoras e condomínios lidam com inadimplentes. Ou seja, a norma estabelece critérios para evitar cobranças abusivas e assegurar que o condômino mantenha condições mínimas de subsistência enquanto renegocia sua dívida.

Com as novas regras, multas e juros devem seguir parâmetros mais objetivos, e a abordagem de cobrança tende a ser mais preventiva e conciliadora. 

Para as administradoras, a mudança também traz uma necessidade maior de adaptação dos fluxos de cobrança, revisão das políticas internas e maior atenção ao equilíbrio entre a recuperação do crédito e o respeito às garantias legais do morador.

Quais as principais causas da inadimplência?

É importante destacar que a inadimplência condominial nem sempre está relacionada à má fé do morador. Na maioria das vezes, ela é resultado de uma combinação de fatores econômicos, operacionais e comportamentais que, quando não são tratados, tendem a se repetir mês após mês.

Nesse sentido, é comum que as causas da inadimplência estejam relacionadas à: 

  • crise econômica já que em períodos de instabilidade, a taxa condominial deixa de ser prioridade e exige comunicação e negociação mais atentas;
  • desemprego, endividamento familiar e perda de renda, que afetam diretamente a capacidade de pagamento;
  • falha na comunicação entre administradora e condômino, que pode ter a ver com a ausência de lembretes, linguagem confusa nos alertas ou a falta de canais acessíveis para esclarecer dúvidas;
  • problemas no envio ou acesso aos boletos que podem fazer com que o morador não receba e, com isso, acabe perdendo o prazo de pagamento;
  • conflitos com a administração, uma vez que desentendimentos, ruídos ou desgaste na relação podem gerar resistência ou adiamento dos pagamentos;
  • situações de emergência, como imprevistos de saúde, acidentes ou gastos urgentes.

Vale destacar também que muitas vezes, a inadimplência ocorre não por falta de intenção de pagar, mas por desconhecimento e falta de acesso fácil e transparente às informações.

A boa notícia é que, com um planejamento adequado e boas estratégias, como o app Group COM, a administradora pode mitigar essas causas. 

Como funciona a cobrança de inadimplentes em condomínios?

Quando a inadimplência persiste, a próxima etapa lógica da gestão financeira é a cobrança. No entanto, ela deve ser conduzida com cautela, profissionalismo e atenção às boas práticas, tanto para preservar a relação com o condômino quanto para evitar complicações jurídicas. 

Veja as principais etapas para fazer isso da forma certa:

  1. Comunicação amigável e negociação

    O primeiro passo é o contato direto e cordial: lembrete do atraso, envio do boleto atualizado e tentativa de negociação. Aqui entram acordos simples, como novo prazo ou parcelamento inicial. Muitas inadimplências se resolvem nesse ponto.

  2. Formalização do débito com notificações documentadas

    Se o morador não responde ou continua atrasando, a administradora envia notificações oficiais registrando valores, prazos e consequências. Isso inclui carta registrada, e-mails com confirmação ou registros internos.

  3. Cobrança extrajudicial

    Persistindo o atraso, parte-se para medidas extrajudiciais como protesto em cartório ou inclusão do nome do devedor em serviços de crédito. Essas opções aceleram acordos porque restringem o acesso do morador ao mercado financeiro e sinalizam que o condomínio esgotou as tentativas amistosas.

  4. Ação judicial como último recurso

    Se o protesto de cartório não resolver, o condomínio pode ingressar com ação de cobrança. Como a taxa condominial é título executivo extrajudicial, o processo tende a ser mais rápido.

  5. Orientação jurídica contínua

    Em todas as fases, o suporte jurídico da administradora garante que cada etapa siga a convenção, o Código Civil e os limites legais de cobrança. Isso evita excessos, reduz riscos de responsabilidade e padroniza o processo.

Cuidados ao cobrar o condômino inadimplente

Se por um lado a administradora deve cumprir sua função de gerir financeiramente o condomínio, e, consequentemente, realizar cobranças quando necessário, também é importante se atentar à melhor forma de fazê-las.

A abordagem deve ser sempre feita com respeito, registro e alinhamento à convenção do condomínio.

Nesse sentido, algumas boas práticas são:

  • manter um histórico documentado das tratativas;
  • evitar cobranças vexatórias e públicas, que são ilegais de acordo com o CDC;
  • garantir que todas as notificações estejam registradas formalmente;
  • seguir a ordem lógica de cobrança, começando pelas tratativas amigáveis e tentativas de acordo de pagamento e só em último caso apelar para medidas judiciais.

Esse tipo de cuidado é importante não apenas para preservar a imagem da administradora e o relacionamento com os condôminos, mas também para evitar problemas jurídicos para o condomínio e a administradora.

Quais as consequências da inadimplência?

Na prática, a inadimplência traz consequências como desequilíbrio condominial, que dificulta a execução de serviços essenciais, reduz a capacidade de investimento e gera atrasos em contratos e manutenções.

Solução Administradoras

Afinal, suas consequências se espalham por toda a comunidade condominial, como um efeito dominó, comprometendo o planejamento financeiro, a execução de serviços e até mesmo a convivência no condomínio.

Por isso, entender esse impacto coletivo é indispensável para uma gestão de risco condominial mais organizada e preventiva.

Consequências para a administradora

Quando uma ou mais unidades deixam de pagar suas obrigações, a administradora precisa redobrar seus esforços para manter o equilíbrio financeiro dos condomínios sob gestão.

Isso porque a falta de entrada regular de recursos compromete  o fluxo de caixa dos condomínios, gerando atrasos em pagamentos a fornecedores, dificuldade em cumprir acordos firmados em assembleia e até mesmo, em casos mais graves, suspensão de serviços como limpeza, portaria ou manutenção.

Além disso, a inadimplência gera sobrecarga para a equipe, que precisa emitir segundas vias, realizar contatos manuais, registrar atendimentos e acompanhar acordos, reduzindo a produtividade e aumentando a pressão sobre os colaboradores.

A imagem da administradora também pode ser afetada pela inadimplência: síndicos e moradores esperam organização, transparência e boas soluções. Assim, quando o cenário financeiro se deteriora, mesmo que a culpa não seja da gestão, a percepção de ineficiência pode comprometer a confiança.

Consequências para o condomínio

Quando um número relevante de moradores deixa de pagar, o condomínio perde previsibilidade. As contas continuam chegando, mas o caixa não acompanha. Com isso, o orçamento aperta, serviços importantes podem ser reduzidos e obras planejadas são adiadas.

Para equilibrar as contas, a taxa condominial normalmente sobe para quem paga em dia, gerando um efeito de  frustração dos adimplentes, desgaste na relação com a administração e claro, conflitos internos. 

Esse desequilíbrio financeiro também aumenta a pressão sobre o síndico, que passa a lidar com reclamações, ruídos de comunicação e tensões internas que poderiam ser evitadas.

No fim, a inadimplência é um problema que afeta a qualidade da gestão, deteriora o clima entre moradores e compromete a capacidade do condomínio de manter sua estrutura funcionando sem sobressaltos.

Consequências para o inadimplente

Já para quem atrasa ou deixa de pagar a cota condominial, as consequências vão além dos encargos financeiros. A legislação brasileira permite que, diante da inadimplência, o condômino devedor:

  • seja impedido de votar em assembleias, conforme o Código Civil;
  • tenha seu nome incluído em cadastros de inadimplentes;
  • sofra protesto de títulos, afetando seu crédito;
  • responda a ação de execução, com possibilidade de bloqueio de valores ou penhora de bens;
  • em última instância, tenha o imóvel leiloado para quitação da dívida.

Além disso, até mesmo os condôminos adimplentes podem ser afetados pela inadimplência. Afinal, quando a conta não fecha, pode acabar sendo necessário aumentar a taxa condominial para cobrir os custos do condomínio, onerando quem está em dia com suas obrigações.

Estratégias para reduzir a inadimplência condominial

A tarefa de reduzir a inadimplência exige mais do que ações reativas e cobranças pontuais. Para manter os índices sob controle, muitas administradoras adotam práticas que vão desde a comunicação objetiva até o registro e a automatização de processos.

A seguir, confira algumas estratégias que podem ajudar:

Comunicação preventiva e transparente com os condôminos

Antes de tudo, a boa comunicação é o primeiro passo para evitar a inadimplência e recuperar os débitos já existentes.

Para isso, é necessário que a administradora informe com transparência as datas de vencimento, valores, consequências do atraso e canais disponíveis para esclarecimentos e acesso aos boletos.

Boletos acessíveis e régua de cobrança automatizada

Outra medida é garantir que os boletos estejam sempre acessíveis e sejam enviados com antecedência.

Conforme falamos no item anterior, boletos esquecidos, extraviados ou enviados em cima da hora ainda são causas recorrentes de inadimplência operacional. Por isso, o ideal é configurar uma régua de cobrança automatizada, com notificações enviadas:

  • no momento da emissão do boleto;
  • alguns dias antes do vencimento;
  • no dia do vencimento;
  • e após o vencimento, em caso de atraso.

Essa sequência reduz a necessidade de abordagens manuais.

Em sistemas para administrar condomínios é possível, inclusive, automatizar o processo de régua de cobrança por diferentes canais e permitir que o condômino gere o próprio boleto, o que alivia a equipe e melhora a experiência do cliente.

Acordos amigáveis e política de negociação clara

Mesmo com ações preventivas, a inadimplência pode acontecer. Nesses casos, é importante que a administradora adote uma postura conciliadora, oferecendo formas de regularização acessíveis e formalizadas, com critérios para desconto de juros, parcelamentos e prazos.

Além disso, um CRM de cobrança pode ser um aliado nesses casos. Esse tipo de tecnologia permite acompanhar a evolução do débito, evitar perda de informações ou comunicações repetidas e manter a coerência na comunicação com o condômino inadimplente.

Desse modo, a administradora consegue ter mais controle sobre a inadimplência e saber exatamente quando tomar cada atitude.

Em quanto tempo prescreve a dívida de condomínio?

Assim como outras dívidas previstas em lei, a dívida condominial também pode prescrever. Ou seja, após determinado período sem cobrança formal, o condomínio perde o direito de exigir judicialmente o valor em atraso.

Conforme a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), apoiada pelo art. 206 do Código Civil, a prescrição da cobrança de cotas condominiais ocorre em cinco anos.

Na prática, isso significa que, se a administradora ou o condomínio não tomar nenhuma medida legal dentro desse prazo, não será mais possível executar judicialmente a dívida vencida, mesmo que os boletos continuem em aberto.

Esse prazo começa a contar a partir do vencimento da cota não paga e se aplica tanto para ações de execução quanto para cobranças extrajudiciais com fins legais.

Após a prescrição, o condomínio pode continuar a registrar a inadimplência internamente, mas perde o respaldo jurídico para reaver o valor por vias judiciais.

Também por isso é tão importante manter um controle organizado da inadimplência, para evitar perdas financeiras e garantir a efetividade do processo de cobrança.

Caminhos para uma gestão mais eficiente da inadimplência

Dificilmente a inadimplência condominial some por completo, mas ela pode e deve ser controlada com estratégia, rotina e tecnologia. 

Para as administradoras, isso significa adotar um processo de cobrança padronizado, monitorado e alinhado ao perfil dos moradores e à realidade financeira dos condomínios.

Mais do que reagir aos atrasos, a gestão precisa assumir um caráter preventivo.

Isso pode ser feito através de uma boa comunicação, acompanhamento constante dos indicadores de inadimplência, automação de lembretes e uso de ferramentas como as soluções da Group, que facilitam negociações antes que o débito se torne crítico.

Para quem ainda enfrenta gargalos, o caminho pode ser revisar fluxos internos, identificar pontos de falha e incorporar estratégias que reduzam tarefas manuais, como plataformas de controle financeiro e automação condominial. 

Com organização, disciplina e suporte tecnológico, a inadimplência deixa de ser um problema recorrente e passa a ser um diferencial.

Quer transformar sua operação e automatizar a gestão de inadimplência na sua administradora? Conheça o Group Condomínios! 

Perguntas frequentes sobre inadimplência condominial

Confira, abaixo, as respostas para as principais dúvidas:

Como reduzir inadimplência no condomínio sem garantidora?

Com processo de cobrança padronizado, comunicação preventiva e régua automatizada. Além disso, investir em acompanhamento constante ajudam a reduzir boa parte dos atrasos sem depender de empresas terceiras.

Condômino inadimplente pode votar em assembleia?

Não. O Código Civil impede o voto de quem está em atraso. Isso evita distorções nas decisões do condomínio e pressiona o inadimplente a atualizar sua situação antes das assembleias.

Quanto tempo um condômino pode ficar inadimplente antes da ação judicial?

Não existe um prazo mínimo. Como a cota condominial é título executivo extrajudicial, o condomínio pode partir para execução se as tentativas amigáveis e extrajudiciais falharem.

O que fazer com condôminos inadimplentes?

Comece por uma conversa clara e proposta de acordo realista. Se não andar, formalize tudo e avance para protesto ou negativação. Ação judicial é o último recurso, não o primeiro impulso. 

    Quer saber mais detalhes sobre as soluções Group Software para a sua empresa?


    Inadimplência condominial: como administradoras podem reduzir riscos e recuperar débitosAvatar photo

    Cristiane Rezende

    Bacharel em Ciência da Computação pela PUC Minas e pós-graduada pela FUMEC, Cristiane Rezende acumula mais de 22 anos na Group Software, onde passou por desenvolvimento, gestão de produtos e hoje lidera a Unidade de Negócios de Administradoras. Certificada em Gestão e Estratégia pelo G4, atua na interseção entre tecnologia e gestão condominial, apoiando administradoras de condomínios na adoção de soluções digitais. No blog da Group, assina conteúdos sobre administração de condomínios e tecnologia para o setor.


    Artigos relacionados

    Homem usando tablet em frente a prédios, representando a modernização das administradoras de condomínios.
    Administração de condomínios

    Modernização das administradoras de condomínios: como começar

    11/09/2026
    qual o sindicato das administradoras de condomínios com profissionais em reunião corporativa
    Administração de condomínios

    Qual o sindicato das administradoras de condomínios? Entenda como funciona o enquadramento sindical

    25/08/2026
    como criar régua de cobrança com profissional organizando documentos e calculando valores
    Administração de condomínios

    Como criar uma régua de cobrança eficiente para reduzir a inadimplência em condomínios?

    18/08/2026
    Group Pessoas: assinatura digital, controle de ponto e mais
    Group Serviços Financeiros
    Group Check: relatórios detalhados com fotos e notas por voz
    Automatize sua gestão de condomínios. Conheça as soluções Group
    Group Shopping: controle as operações do seu shopping com precisão
    Group Software: o sucesso financeiro depende de uma boa gestão
    Group Pay
    Group Serviços Financeiros
    Ferramentas para aumentar produtividade
    Ferramentas para aumentar produtividade
    Logo negativo Group Software

    A Group Software é líder absoluta no desenvolvimento de sistemas completos para gestão de condomínios, imobiliárias, shopping centers e RH/DP, atuando hoje em 15 países e em mais de 250 cidades de todos os 27 estados brasileiros.

    A Group Software

    • Sobre Nós
    • Clientes Satisfeitos
    • Carreira
    • Group Educa

    O Blog

    • Administração de condomíniosO condomínio é uma parte integrante da sociedade no Brasil. Afinal, mais de 68 milhões de pessoas moram em condomínios no Brasil. Por isso, quando falamos em condomínios, estamos falando sobre um assunto de grande importância. Nesse contexto, a administração de condomínios é um ponto central, pois ela desempenha um papel fundamental na manutenção da qualidade de vida e na harmonia entre os moradores. A administração de condomínios envolve uma série de responsabilidades e desafios que exigem habilidades específicas e uma compreensão profunda da legislação de condomínios e dos regulamentos que regem essas comunidades. Aqui, você vai entender melhor sobre condomínios, administração condominial, legislação condominial e outros aspectos essenciais desse assunto. O que é condomínio? Condomínio vem do latim cum + dominus, que significa domínio comum, e se refere a uma situação de propriedade compartilhada, na qual várias pessoas possuem direitos e responsabilidades sobre uma determinada propriedade ou empreendimento. No contexto imobiliário, geralmente se refere a um conjunto de unidades, comerciais, residenciais ou mistas, nas quais múltiplos proprietários possuem sua fração ideal e compartilham as áreas comuns. O condomínio é diferente da associação de moradores e, segundo a legislação, também apresenta diferenças em relação ao regime de multipropriedade. Existem diferentes…
    • ImobiliáriaAs imobiliárias desempenham um papel fundamental no mercado imobiliário, atuando como intermediárias entre compradores e vendedores, locatários e proprietários de imóveis. Elas são responsáveis por facilitar transações imobiliárias, proporcionando um ambiente seguro e confiável para a realização de negócios. Nesse contexto, a gestão de imobiliárias envolve a coordenação de uma série de processos, desde a gestão financeira para imobiliárias, a gestão de contratos e documentação até a divulgação de imóveis, atendimento ao cliente e análise de dados. Com isso, obtém-se otimização da eficiência operacional, maximização de resultados financeiros e experiências positivas para clientes e colaboradores. Aqui, você aprende tudo sobre imobiliárias, gestão financeira de imobiliárias, CRM, vistorias de imóveis e mais. Vistoria de imóveis Um aspecto essencial da gestão de imóveis são as vistorias. Elas estão presentes em diversas transações imobiliárias, como venda, locação e permuta de imóveis. Com elas, os proprietários e gestores podem avaliar o estado de uma propriedade, garantindo sua manutenção adequada e identificando eventuais necessidades de reparo. As vistorias de imóveis não apenas asseguram que os locatários ou compradores recebam propriedades em boas condições, mas também ajudam a documentar qualquer desgaste ao longo do tempo. Essas inspeções abrangentes devem incluir verificações de: sistemas elétricos; sistemas hidráulicos;…
    • ShoppingOs shoppings desempenham um papel fundamental na sociedade, oferecendo espaços de compras, lazer e entretenimento para milhões de pessoas. São empreendimentos que reúnem uma ampla variedade de lojas, serviços e entretenimento, proporcionando comodidade e diversidade de opções para os visitantes. Fazer a gestão de shopping center é uma tarefa complexa e exigente, pois envolve uma ampla gama de responsabilidades e desafios. Nesse contexto, a administração de shoppings precisa garantir a eficiência operacional, a satisfação dos lojistas e a experiência positiva dos visitantes. O que é um shopping center? Um shopping center, também conhecido como centro comercial, é um empreendimento imobiliário que reúne diversas lojas, restaurantes, cinemas, e outras instalações comerciais em um único local. De acordo com a Abrasce, são “os empreendimentos com Área Bruta Locável, normalmente superior a 5 mil m², formados por diversas unidades comerciais, com administração única e centralizada, que praticam aluguel fixo e percentual”. Nele, os lojistas alugam espaços para vender seus produtos ou serviços, e o shopping center fornece a infraestrutura comum, como segurança, manutenção, estacionamento e áreas de convivência. Existem diferentes tipos de shoppings, mas, independentemente do tipo, esses empreendimentos são projetados para proporcionar uma experiência de compra conveniente e agradável para os consumidores.…
    • Gestão de pessoasOs setores de Recursos Humanos (RH) e Departamento Pessoal (DP) são partes vitais de qualquer organização. Eles representam o elo entre a empresa e seus colaboradores e refletem o compromisso da organização com seus funcionários e seu sucesso. Com isso, surge também o conceito de RH Tech, ou tecnologia para RH. Nesse contexto, os processos de gestão podem apresentar diversos desafios, como a gestão de folha de pagamento, férias, controle de ponto, controle de jornada de trabalho, obrigações fiscais e trabalhistas como SST, RAIS, imposto de renda e FGTS e muito mais. Aqui, você aprende tudo sobre gestão de RH e DP, RH Tech e como lidar com esses e outros desafios da gestão de pessoas em uma organização. Cálculos trabalhistas Os cálculos trabalhistas são uma parte essencial da gestão de pessoas. Afinal, eles são fundamentais para garantir que os direitos trabalhistas sejam respeitados e, consequentemente, que não haja problemas para a organização. Alguns dos principais tipos de cálculos trabalhistas são: cálculo de salário; cálculo de férias; cálculo de 13° salário; cálculo de horas-extra; cálculo de rescisão; cálculo de FGTS; cálculo de INSS; cálculo de benefícios previdenciários, como aposentadoria por idade, aposentadoria por tempo de contribuição, pensão por morte e auxílio-doença;…
    • GestãoO controle financeiro de uma empresa de serviços é um aspecto de importância capital. Afinal, é do dinheiro da organização que estamos falando. Nesse contexto, uma gestão eficiente, não somente das finanças, mas também de vendas, de serviços, de estoque e de compras é essencial. Porém, envolve também diversos desafios, como a emissão de notas fiscais, controle de contas a pagar e receber, gestão de clientes, orçamentos, ordem de serviço, gestão de produtos e compras e muito mais. Aqui, você vai aprender tudo sobre a gestão de empresas de serviço e os aspectos mais essenciais desse segmento. Gestão financeira A gestão financeira de empresas de serviço desempenha um papel crucial na manutenção da saúde financeira e na tomada de decisões estratégicas. Alguns dos principais aspectos da gestão financeira de uma empresa de serviços são: Emissão de notas fiscais: As empresas de serviço geralmente precisam emitir notas fiscais para registrar suas operações financeiras de forma adequada e cumprir as obrigações fiscais. As notas fiscais e notas fiscais de serviço, que podem ou não ser eletrônicas, são utilizadas para documentar as transações e garantir a conformidade com a legislação tributária. Emissão de boletos: A emissão de boletos é uma maneira conveniente de…
    • Web Stories
    • Material

    Redes Sociais

    Facebook Instagram Linkedin YouTube

    © 2026 Todos os direitos reservados

    Política de Privacidade
    • Administração de condomínios
    • Shopping
    • Imobiliária
    • Gestão de pessoas
    • Gestão
    • Serviços Financeiros
    • Ebooks
    • Conheça nossas soluções